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BRASIL REGISTRA UM ACIDENTE AÉREO A CADA DOIS DIAS

Uma tragédia desolou o Brasil e o jornalismo nesta segunda-feira (11). É que o jornalista e apresentador Ricardo Boechat, vencedor de três Prêmios Esso (uma espécie de Oscar do jornalismo), faleceu após um helicóptero cair sobre um caminhão em trecho do Rodoanel que dá acesso à rodovia Anhanguera, na zona oeste de São Paulo.

Apesar da repercussão que o episódios alcançou, acidentes desse tipo não chegam a ser raros no Brasil. Desde 2008 o país registra uma média de um acidente aéreo a cada dois dias, segundo o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira (FAB).

De janeiro de 2008 até janeiro deste ano, o banco de dados do Cenipa aponta que foram registrados em todo o Brasil 1.783 acidentes aéreos, os quais deixaram mais de 850 pessoas mortas. Se considerados apenas os dados referentes ao Paraná, foram 135 acidentes nesse período (o equivalente a 7,6% do total).

As principais causas dos acidentes são falhas do motor e a perda de controle do voo. Além disso, o Cenipa também aponta que a categoria que, na categoria de aviões (responsável por 73% dos acidentes, seguido pelos helicópteros, com 12,9%) os voos comerciais e táxis aéreos apresentam menor índice de acidentes. Na contramão aparecem as aeronaves de uso particular, que lideram o topo da lista de incidentes.

Foi numa dessas aeronaves, por exemplo, que o deputado estadual Bernardo Ribas Carli perdeu sua vida, em julho do ano passado. Ele seguia para União da Vitória quando a aeronave em que viajava, de propriedade de uma siderúrgica caiu na zona rural de Paula Freitas.

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